Sobre fundos imobiliários (fiis)
Fundos Imobiliários (FIIs) são uma forma de investir em imóveis sem precisar comprar um inteiro. Você compra cotas de um fundo que possui shoppings, lajes corporativas, galpões logísticos ou recebíveis imobiliários — e recebe sua parte dos aluguéis mensalmente.
Existem três grandes categorias: FIIs de tijolo (possuem imóveis físicos e recebem aluguel direto), FIIs de papel (investem em CRIs e LCIs) e FIIs híbridos (misturam os dois). Cada um tem perfil de risco e retorno diferente — tijolo tende a ser mais estável, papel mais volátil mas com retornos potencialmente maiores.
Um dos atrativos: dividendos pagos pelos FIIs são isentos de Imposto de Renda para pessoa física, desde que o fundo tenha pelo menos 50 cotistas e seja negociado em bolsa. O ganho de capital na venda da cota é tributado em 20%.
Perguntas frequentes
Quanto preciso para investir em FIIs?
Cotas de FIIs custam tipicamente entre R$ 10 e R$ 200. Com R$ 100 já é possível começar. Algumas corretoras permitem comprar fração de cota.
Qual a diferença entre FII de tijolo e de papel?
Tijolo: o fundo possui imóveis físicos e recebe aluguel. Mais estável, dividendos previsíveis. Papel: o fundo compra recebíveis imobiliários (CRIs). Mais volátil, dividendos podem variar com inflação e juros, mas geralmente paga mais que tijolo.
Os dividendos de FII são realmente isentos de IR?
Sim, para pessoas físicas, desde que: o fundo tenha 50+ cotistas, suas cotas sejam negociadas em bolsa, e você não tenha mais de 10% das cotas do fundo. Praticamente todos os FIIs negociados na B3 atendem.
FIIs caem quando os juros sobem?
Geralmente sim. Quando a Selic sobe, renda fixa fica mais atraente e investidores migram, derrubando o preço dos FIIs no curto prazo. No longo prazo o impacto se dilui, especialmente para fundos de bons imóveis.















